Jornal do CAECO

Reforma – Entrevista com Profª Simone de Deos

Posted on: 01/06/2010

Profª Drª Simone de Deos é coordenadora da Comissão de Pesquisa, diretora adjunta e pesquisadora do Centro de Estudos de Relações Internacionais (CERI) e professora nas áreas de economia política, macroeconomia e economia monetária.

A entrevista foi realizada por Bernardo Heer e Daniel Costa.

 

 1) Qual a importância para o Brasil da ciência econômica nas universidades?

Acredito ser de fundamental importância a existência de um espaço no qual a reflexão dos problemas econômicos específicos do país, que são multideterminados e multifacetados, possam ser organizados e transmitidos sob a forma de conhecimento crítico aos alunos. A economia é um campo do saber fundamental a ser cultivado dentro da universidade. Acontece que esta instituição, a universidade, possui papéis múltiplos. É então necessária uma “adaptação” ao que compete à graduação e ao que compete à pós-graduação.

Quando se fala da graduação, entendo que não pode ser um curso instrumental, com o objetivo de formar quadros, seja para o setor público ou para o privado, sem qualquer desenvolvimento de uma consciência mais profunda a respeito da trajetória do país e de seus problemas estruturais e conjunturais. Por outro lado, os estudantes da graduação também precisam estar equipados para exercer funções, digamos, executivas, nas organizações públicas e privadas, pois não estamos formando apenas pesquisadores. De fato, estamos formando profissionais que irão se dirigir às mais diversas áreas. Contudo isso não deve nos fazer abrir mão de uma característica específica da UNICAMP, mas que deveria ser própria das universidades como um todo: ensino de alto nível marcado por uma reflexão profunda e acompanhada de capacidade propositiva na solução de problemas.

O contexto da pós-graduação é diferente. Nesse âmbito já estamos nos dedicando a formar pesquisadores e os futuros professores. Especificamente no que concerne à pesquisa, é fundamental que ela se realize na universidade, mas também pode e deve ser feita fora dela – em geral em instituições ligadas aos governos federais e estaduais – como parte do esforço de compreender os problemas econômicos do país. Contudo, é a pesquisa universitária que nutre constantemente os professores, alunos, pesquisadores, pós-graduandos. É ela que nos dá condições de pensar de maneira mais profunda em relação às idéias correntes, é através dela que se constrói novo conhecimento.

Mas mesmo a pesquisa universitária tem várias facetas. A marca do Instituto de Economia – e isso é algo que eu aprendi aqui e um ideal, ou valor, que compartilho – é que a pesquisa seja a tradução de uma reflexão que tenha o Brasil como foco. Pode-se e deve-se pensar a economia internacional, mas, o objetivo em última instância, é a compreensão dos problemas brasileiros. Tentar compreender a dinâmica mundial e, dentro dela, a inserção do país. Outra lição que me foi passada no Instituto e que eu conservo como ensinamento e gostaria de retransmitir é que a reflexão teórica pode ficar muito estéril se desconectada da realidade.

1.2) Pode se dizer então que é um sofisma acreditar que a função social do Instituto coincide com o sucesso profissional de seus formados?

A função social do Instituto não se reduz a isso. Nosso objetivo não é formar pessoas “bem sucedidas” pelos chamados “critérios de mercado”. É claro que queremos formar bons profissionais que irão desempenhar suas carreiras nos mais diversos lugares. Mas nós não vamos simplesmente produzir “bons executivos” – até porque eu entendo que bons profissionais e bons executivos devem ser, antes de tudo, indivíduos que possuem consciência do país no qual estão atuando, têm consciência do que se trata “no jogo político-econômico”. E também devem ter consciência de que tiveram o privilégio de estudar numa instituição pública!

1.3) A senhora acha possível que essa visão reducionista seja reproduzida, não só no âmbito da relação do graduado com o mercado de trabalho, mas no âmbito do pesquisador?

Minha visão é que isso não está acontecendo no IE. No que tange às outras instituições, não me sinto em condições de dar uma resposta. Poderíamos argumentar que com a emergência do neoliberalismo e algumas práticas associadas a ele haveria tal tendência, mas seria leviano demais dar uma resposta baseada apenas neste clichê.   

2)  O que define, em termos epistemológicos e institucionais, uma Escola de Economia? Qual é a Escola de Campinas?

Esta é uma pergunta complexa. Digamos que a existência de uma escola partiria de uma “visão”, de qual é seu objeto e quais suas questões principais, bem como dos métodos pelos quais se pode desenvolver a pesquisa, a reflexão. E esses elementos se relacionam com os autores destacados para compor a matriz teórica da Escola.

A Escola de Campinas tem como tradição a reflexão sobre o Brasil, pensada no contexto de uma economia periférica, considerando-se sempre as questões históricas e institucionais. Não podemos ser tratados como “um país qualquer, num contexto qualquer”, pois nossa trajetória, sob determinados contextos internacionais, nos levou a uma situação específica que só pode ser apreendida através do método Histórico-Estrutural. Isso nos remete a um conjunto de autores e a uma matriz teórica que tratam seu objeto nesses termos. Assim, nos definimos por um conjunto de questões, por um objeto e por uma determinada metodologia. Apoiamos-nos, para isso, em autores fundamentais, tanto pelas respostas que nos deram como pelas perguntas que fizeram.

Aqui no IE tivemos – e ainda temos – uma produção reconhecidamente importante e caudalosa, sobre um conjunto de temas, num determinado período de tempo. Tivemos e temos aqui um conjunto de autores, dialogando entre si (mas não só) e criticando outros autores a partir de um conjunto de questões e de perspectivas que se articulavam e discutindo aspectos bem amplos no campo da economia.As perguntas sobre o Brasil, sobre o padrão de desenvolvimento, sobre o desenvolvimento capitalista no Brasil, sobre a inserção brasileira no contexto internacional, foram respondidas por um conjunto de pessoas desde que essa instituição foi fundada. Dessas questões, desse tratamento, dessa convicção a respeito da inserção brasileira e de sua trajetória de desenvolvimento se deriva uma singularidade do Instituto, tomando-se uma perspectiva mais aplicada.

Por outro lado, desenvolveram-se também contribuições teóricas muito originais a partir da matriz de nosso pensamento formada por Marx, Keynes, Kalecki e Schumpeter. Uma leitura original desses autores permitiu uma interpretação original do Brasil e da inserção do Brasil no mundo. Isso se deu pelos esforços de um conjunto de pessoas, pelos trabalhos de professores e alunos.

2.2) O Instituto, recorrentemente, em seus corredores, se apresenta reivindicando para si, como marca distintiva, a reflexão sobre a realidade brasileira. A senhora diria que alguma outra Escola no Brasil não compartilha esse objeto conosco?

Talvez nos corredores de outras Escolas você não escute isso, mas aqui nossa característica distintiva é que nos dedicamos a estudar a realidade brasileira no âmbito da evolução da economia internacional. Talvez, em outras escolas se afirme: “nós buscamos fazer a melhor ciência econômica, a estar na fronteira do conhecimento econômico, utilizando os métodos e teorias mais atualizadas para, com isso, fazermos o melhor”. Evidentemente, isso poderia ser estudar o Brasil, a China, a Índia, etc. Enfim, acredito que existam, em outras Escolas, preocupações de primeiro plano que remetem a outras coisas, que seriam o compromisso com a atualização e a busca pela suposta fronteira do conhecimento.

Claro que essa é uma questão muito delicada, pois não seria possível para nós estudarmos a realidade brasileira se não tivéssemos bons “instrumentos”. É uma característica de Escolas “soft science” ter um apego aos autores clássicos, porque possuem um vigor em seu pensamento que nos permite um retorno a suas idéias para resolver problemas contemporâneos, embora as referências não se limitem a eles. Assim, não creio que qualquer pessoa de outra Escola diria: “Não estamos dispostos a estudar o Brasil”, mas, talvez, a chave seja outra, a preocupação em primeiro plano seja outra.

3) Qual o papel da ANPEC e da CAPES e como elas influenciam o cotidiano no IE?

Vou concentrar minha resposta mais em como elas influenciam nosso cotidiano do que no papel dessas instituições, já que a CAPES, por exemplo, exerce funções que transcendem em muito ao Instituto de Economia e dizem respeito ao ensino superior como um todo, de modo que não estou preparada para fazer a análise necessária. A ANPEC (Associação Nacional de Pós-Graduação em Economia) é uma entidade da qual todos nós participamos e congrega as instituições que possuem pós-graduação na área.

De fato essas instituições nos influenciam. Tem sido um desafio cada vez maior manter os trabalhos acadêmicos, suas múltiplas tarefas, e dar conta, por exemplo, das exigências da CAPES. É preciso uma reflexão constante e nem um pouco trivial a fim de respondermos como tais exigências devem ser cumpridas e, por outro lado, quais são as implicações de seu não-cumprimento, em termos de diminuição da nota dos cursos de pós, de redução do número de bolsas etc.

Trata-se de uma questão muito complexa. É necessário um enfrentamento político por parte das pessoas que participam dessas associações, nós mesmos e integrantes de outras instituições, de modo a contestar as críticas que recebemos por não termos cumprido os requisitos A, B ou C.

Mas nós, professores e alunos, devemos ter um comportamento maduro diante da questão. Há coisas que podem ser melhoradas e devem ser melhoradas sem que nós percamos nossa missão e nossa identidade. Essas demandas mais incisivas que recaíram sobre o ensino superior, se tivermos a condição e a sabedoria para tal, podem também nos mostrar que precisamos ser, na medida do possível, mais ativos na produção acadêmica e em nosso trabalho sem perder nossas características.

É possível uma boa atividade acadêmica diante desses requisitos, tais como eles estão postos hoje? … Sendo bastante otimista, se conseguirmos um posicionamento político-institucional firme, eu penso que é possível. Não acho que o objetivo do Instituto seja obter notas máximas junto a esta instituição. Nosso objetivo deve ser ter uma pós-graduação de qualidade, que nós entendamos que seja de qualidade, com bons cursos, boas pesquisas e boas teses e dissertações nos tempos que nós entendamos que sejam factíveis. E acredito que isso vai produzir um bom resultado.

Também quero chamar atenção para o fato de que há um prejuízo efetivo quando um aluno começa seu curso e não o conclui, ou o faz em longo tempo. Nesse sentido, todos devem ter consciência de que estamos utilizando recursos públicos, para com os quais devemos ter responsabilidade, e que estes recursos estão alocados aqui para um conjunto seleto de alunos.

Assim, é preciso ser cuidadoso diante do quadro. Não podemos adotar uma postura de imobilismo, de negação das demandas dessas instituições. Em certo sentido, os requisitos de produtividade podem nos ser úteis na medida em que iluminam esse tipo de questão e apontam que devemos ser responsáveis com os recursos públicos. O que não nos impede de seguirmos nosso enfrentamento, nossa batalha política para demonstrar que, muitas vezes, os critérios pelos quais nos somos avaliados não são os melhores e que temos, sim, produção de qualidade.

4) Qual a função da pós-graduação dentro do Instituto?

Formar professores, pesquisadores, manter viva e atualizar nossa tradição de pensamento, expandir nossas pesquisas, atualizar nossas pesquisas, incorporar novas áreas etc. Isso significa termos vitalidade, significa sermos capazes de não apenas ficar repetindo os mesmos discursos, mas sim criar novas hipóteses e interpretações em cima de uma tradição muito rica. Sem a pós-graduação perdemos essa oportunidade. Sem ela ficamos alijados desse processo.

Toda essa discussão da pós-graduação é muito preciosa. Ela diz respeito à continuidade, ao futuro, ao rigor, à qualidade do Instituto. Sem ela não seríamos nem uma universidade, no sentido mais amplo do termo.

5) Quais são as questões centrais desta reforma da pós-graduação no IE?

Essa reforma, do meu ponto de vista, pode ser entendida a partir da necessidade de refletir, coletivamente, sobre a nossa pós-graduação, tal como ela está hoje. E partirmos de alguns diagnósticos acerca do que deve ser repensado e melhorado. Por exemplo, temos que melhorar um pouco nossa performance no que diz respeito aos tempos – que estão muito longos – de conclusão de teses e dissertações. Isso requer repensar a organização do curso – grade, número de disciplinas obrigatórias, encadeamentos, exigência de seminários de teses etc.

Isso se liga a outro ponto importante que é o fato de que temos uma grade principal cristalizada há muito tempo. Essa grade se cristalizou de direito, mas, de fato, ela vem sofrendo ajustes aqui e acolá, no sentido de que alunos não tenham que cumprir todas essas disciplinas, ou que possam fazer trocas ad hoc, autorizadas pela coordenação dependendo do caso. Ademais, a ementa e o código da disciplina pode permanecer inalterado, ao passo que seu conteúdo efetivo vai sendo alterado ao longo do tempo tanto porque os professores vão mudando suas perspectivas, ou porque surge um novo professor responsável.Assim, a grade e os conteúdos, que pareciam cristalizados, já vinham sendo alterados de fato ao longo do tempo. Alterações que, em alguma medida, mereciam uma reflexão mais cuidadosa e coletiva – o que está sendo feito agora, em um grande esforço institucional.

Ademais, creio que o processo está sendo bastante bem conduzido. Vem suscitando, é claro, uma série de críticas, que são bem vindas, mas que ora ou outra geram suas tensões. É, enfim, um processo de escuta e amadurecimento e que tem que ser enfrentado.

5.2) Como a senhora vê o Instituto reconhecer sua pós-graduação dividida em dois programas distintos?

Essa questão precisa ser colocada em seus devidos termos. Nós temos, de fato, dois programas de pós desde os anos 90, e esse processo foi pensado e implementado no sentido de ampliar a pós e enriquece-la, e não de dividi-la. Foi pensado para permitir a incorporação mais efetiva de novas temáticas, novas áreas de pesquisa, permitir maior interdisciplinaridade etc. E isso não significa uma pós dividida.

5.3) Como a senhora vê as reivindicações dos estudantes para que se crie um núcleo comum de disciplinas a fim de que os membros de cada programa possam realizar discussões em conjunto?

Acho que isso pode e deve discutido. Eu tenho tido a experiência de trabalhar com o curso de desenvolvimento e acho muito importante termos alunos de outras áreas, com outra formação, pois é enriquecedor. Em minha experiência vejo que muitas vezes recebemos questões e respostas, muito boas, de muita qualidade, tanto dos alunos de desenvolvimento econômico, como dos de teoria econômica. Sem fazer comparações entre os programas, posso dizer que a experiência foi e tem sido, pessoalmente, muito enriquecedora.

Assim, não vejo problema nenhum em discutirmos essa questão. Mas do conceito até sua operacionalização existem muitas mediações. Enfim, é uma discussão que merece ser enfrentada e que pode ser muito útil.

6)  Qual seriam as linhas gerais necessárias, epistemológicas e institucionais, para o IE na próxima década e qual o perfil desejado para seu pós-graduando?

Falando do ponto de vista da nova geração, que nem é mais tão nova assim, temos uma vantagem e uma desvantagem. A vantagem é que temos condição ímpar de trabalho intelectual a partir dos trabalhos extraordinários da geração marcante que nos precedeu. Mas, de certa forma, isso gera uma tensão entre a criação do novo e a continuidade do velho.

Contudo, acredito que seja possível, desejável e necessário criar coisas novas a partir da nossa tradição. Não porque seja “a nossa”, mas porque é uma tradição extraordinária. Ela deu conta de responder a problemas concretos e teóricos de uma maneira impar. Por isso ela se torna o ponto de partida para atualização. Nossa tarefa é discutirmos o que será incorporado, quais teorias, quais autores, etc. Sendo mais objetiva, diria que é necessário avançar na reflexão teórica, na reflexão sobre o Brasil, sobre o sistema internacional, sobre essa mega-crise. Nesse contexto, o pensamento crítico e muitos dos autores com os quais trabalhamos há muito tempo – como Marx, Keynes e Minsky, por exemplo – foram de certa forma revisitados, e nós já tínhamos muito mais habilidade e competência para interferir nesse debate, dada a nossa formação. O desafio atual é montarmos uma agenda de pesquisas também conjunta. Construir uma agenda, delimitar os grandes temas, sempre olhando para o Brasil, seria fundamental. Este é um desafio institucional, unir os vários temas a um eixo central.

Isso tudo, claro, dentro daquilo que posso chamar de um eixo principal de pensamento e pesquisa. Claro que existem professores e pesquisadores com uma agenda mais individual, e isso é bem vindo, mas a questão colocada por vocês, tal como eu entendi, remete ao que podemos chamar de um “núcleo principal”.

6.2)  E a respeito do pós-graduando, do indivíduo que ingressa, qual o perfil desejado?

Precisamos de um aluno de qualidade, bem formado, entendido isso sob os nossos critérios. Já na seleção da ANPEC, para os alunos do mestrado em teoria, nós fazemos uma ponderação diferente da maior parte dos centros, o que expressa essa singularidade e aquilo que mais valorizamos. Quanto ao aluno do programa de desenvolvimento, que ingressa cumprindo outros requisitos, ele precisa demonstrar sua capacidade de organizar um projeto de pesquisa e capacidade de articulação acerca de um tema, que é o que se espera de um estudante bem formado.

Também queria tocar numa outra questão. O pós-graduando, mesmo com sua pouca idade – sobretudo no caso dos mestrandos – precisa ter maturidade para assumir sua parte no processo de construção do conhecimento. Isso significa realizar grupos de discussões, levar questões para a sala, ser intelectualmente ativo, ao invés de apenas ter uma atitude passiva diante da aula, externa a ela, apenas pretensamente avaliando-a boa ou ruim.

Ademais, é preciso levar em conta que o estudante precisa ser responsável com suas obrigações, já que está sendo agraciado com dinheiro público. O sucesso da pós-graduação passa pelo comprometimento do aluno. A pós não pode ser apenas uma passagem até que ele arrume um emprego: ele precisa retribuir o privilégio de ser financiado com recursos públicos. Em suma, precisamos de um pós-graduando maduro, intelectualmente ativo e comprometido.

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1 Response to "Reforma – Entrevista com Profª Simone de Deos"

Gostei, no geral, da entrevista. Mas Achei estranho a profa. nao relacionar, seja a ANPEC, seja a CAPES, com a “necessidade” de se encurtar os prazos na pós-graduação. Pelo que sei, os prazos de defesa, hoje, são mais curtos do que no passado e seria interessante entender e tornar público o significado de seu estreitamento. Houve alguma mudança técnica que tornou o ofício da pesquisa tão mais fácil? A reflexão exige tempo. Especialmente a reflexão crítica. Se os prazos são considerados “longos”, creio que devam sê-lo em relação a algum objetivo. Longos demais para que? Se for para reproduzir alguma estrutura pré-fabricada de pesquisa com mera atualização de base de dados, aí talvez sejam longos. Mas não creio que essa seja a visão da profa., pois ela mesma coloca a pós-graduação como o âmbito para “se manter viva e atualizar nossa tradição de pensamento, expandir nossas pesquisas, atualizar nossas pesquisas, incorporar novas áreas etc.”. Não sei se fazemos isso hoje no IE, se a proposta para dissertações e teses é no desejável sentido apontado pela profa. Me parece que, para isso, os prazos não estão longos, mas insuficientes para o esforço necessário apontado por ela.

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